Do  Aeroporto Schiphol para o Centro de Amsterdam

Brasília, São Paulo,  e após mais  12h de vôo, desembarcamos em Amsterdam, onde teríamos algumas horinhas de escala. Pra aproveitar o tempo em solo europeu, decidimos pegar um trem para o centro da cidade.  Compramos os tickets no aeroporto mesmo,  (as máquinas   aceitam euros ou cartão de crédito, dólar não!) e com as passagens em mãos, nos dirigimos às plataformas de embarque.

Nesse  momento, sentimos o primeiro baque cultural: custamos a entender que bastava passar direto pelas catracas… Nenhum ponto de checagem, nenhuma fiscalização, e ainda assim, todos compram suas passagens pra utilizar os trens (igualzinho no Brasil, não?).

 Trem Amsterdam olhares pelo mundo (3)

No trem percebemos que haviam poltronas de duas cores diferentes, mas só após um anúncio entendemos que as cores marcavam diferentes categorias de passagem, uma mais barata (a nossa) e uma de “luxo”, que era exatamente onde estávamos sentados.  Mais uma vez, ninguém fiscalizando ou conferindo tickets.  O trem estava super vazio, mas após o anúncio, uma penca de turistas desavisados, incluindo nós, trocamos de assentos.

 [Tá, mas porque relatar isso? Porque  considero de grande simbolismo  esse padrão ético e comportamental, onde cada um age conforme seus deveres e direitos.  O respeito às leis e ao coletivo, ao invés da degradante “esperteza” e individualidade que é marca registrada do nosso país. A gente precisa mirar nesses exemplos.]

Cerca de 15 minutos depois, desembarcamos na Estação Central de Amsterdam e  fomos desbravar  essse pedacinho cidade  (portanto, posso dizer pra qualquer um que questione, que eu já estive, sim senhor, na Europa antes de ir pra Ásia! 😜)

Essa região é frequentada por muitos turistas que aproveitam pra fazer exatamente como nós, então é recheada de lojinhas de conveniência, souvenirs e  lanchonetes, incluindo obviamente um Starbucks, pra nos salvar na falta de um banheiro ou wi-fi.

Amsterdam (1)Amsterdam (10)

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Detalhe importante; estávamos com malas preparadas para esturricar no calor asiático, mas levamos no avião meias e  um casaco reforçado pra esse pit stop no inverno europeu. Não estava nevando, mas mesmo assim, o frio e uma chuvinha fina acabaram com com nossa graça, e acabamos curtindo menos que o esperado nossas 3 horinhas por Amsterdam.

Primeiras impressões da cidade:

– Os Holandeses são super civilizados, mas bem fechados pros nossos padrões de comportamento;

– As mulheres são enormes e loiríssimas;

– O inverno é tristonho e escuro, quero voltar com sol de verdade. Nosso consolo foram as luzes de Natal (acesas às 3h da tarde!). Definitivamente, eu morreria de depressão  vivendo nesse clima.

 

– Pra todo lado se vêem os símbolos nacionais: tulipas, tamancos, moinhos e queijos. Tudo (exceto o queijo 😋), de mentirinha pra turista comprar – mais um motivo pra voltar na primavera/verão; no inverno, nem uma tulipinha. 🌷

-E a última conclusão sobre Amsterdam:  esse brinquedinho da nossa infância só pode ter sido inspirado nessa linda cidade! Quem concorda? 😉

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Enfim, deve ser demais explorar com tempo os becos, lojinhas e canais de Amsterdam (sem passar frio, claro!).  Isso sem falar nos campos de tulipas, moinhos, cervejas e cantinhos um tanto quanto “exóticos” da cidade.

Ou seja, tem que fazer parte de qualquer wish list que se preze.  (Aliás, o que NÃO está na minha wish list?! Eu tinha que viver uns 100 anos pra dar conta dela.)

 

Próxima parada: Bangkok! Nos vemos lá!

 

Para programar sua passagem por Amsterdã, leia também:

Passar uma tarde em Amsterdam (Blog Projeto 101 Países)

A descolada romântica Amsterdam (Blog Na Duvida, Embarque)

Roteiro de 3 dias em Amsterdam (Blog Four Trip)

Passeio de barco pelos canais de Amsterdam (Blog Destinos por onde Andei)

Primavera em Amsterdam (Blog Arrumei as Malas e Parti)